segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Portadores de Necessidades Especiais


          Este vídeo é uma homenagem às famílias e educadores que tem o privilégio de ter em suas vidas uma criança portadora de necessidade especial. Bem-vindos à Holanda!






EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM

NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS



          Trago aqui algumas considerações feitas pelo professor Carlos Skliar, no vídeo produzido dela UCS, sobre Inlusão.

          Ele começa o assunto falando sobre educar para o mundo e para vida. Nos últimos anos o mundo está cada vez mais difícil e a educação deixou de ser uma viagem para o mundo mas para uma pequena parte do mundo, que é o sustento, o trabalho, o emprego, a produtividade do consumo. Como somente ganhar a vida e não aprender como viver? Isso é só sobreviver. 

          Também tenho esta visão saudosista de que seria melhor cuidar da vida, da infância, das crianças, para elas não terem que entrar tão rápido neste mundo horroroso, difícil. Neste mundo onde há a necessidade de se tornar um profissional para saber como vai ganhar a vida e não saber como vai viver sua vida. Quando eu tinha 17 anos encerrei o ensino médio e tinha que escolher uma profissão, para fazer a opção do vestibular. Sendo pobre e tendo vivido com dificuldades sempre, vendo a luta diária dos meus pais pela subsistência, logo me vi pensando assim: tenho que escolher uma profissão que me dê um emprego rápido, uma profissão em que já comece a fazer estágios remunerados na área e que tão logo me forme já consiga emprego. Muitos na minha turma tinham o mesmo raciocínio. Não me permiti sonhar em cursar o que me agradace mas o que desse retorno financeiro o mais rápido possível. Que triste! 

          Professor Skliar fala na sua idéia nostálgica e romântica de se pensar a infância como um tempo único, impossível de se repetir, a oportunidade de não ser obrigado a produzir nada, de poder perder tempo realmente brincando, vivendo sua meninice, fazendo amigos, correndo! A educação infantil é onde a infância deve permanecer. Muitas crianças precisam da escola por não terem oportunidade de ter um destino familiar, pela desigualdade. Mas adultizar a criança é torná-lo infeliz.

          Interessante também quando o professor coloca que onde se fala tanto em inclusão quem sabe ela não exista. Nos países em que a inclusão ocorre plenamente esta palavra já está em desuso, porque a palavra se pronuncía muito onde ela falta!

          E por fim a constatação já sabida, de que as diferenças existem sim! Elas precisam ser trabalhadas com a certeza de que alguns aprendem de maneiras diferentes, mas todos temos muito a aprender!




LITERATURA ÉTNICO RACIAL II



Da interdisciplina de Questões Étnico Raciais venho aqui falar sobre a literatura indígena. Mais uma vez fui em busca de livros na biblioteca da minha escola de educação infantil Dom Luiz de Nadal e mais uma vez fiquei feliz com a quantidade de livros que encontrei. 

Quero deixar registrado aqui os meus livros preferidos tratando-se da temática indígena.













Exploramos (eu e a turma do Maternal I) estes 11 livros durante uma semana. 
Neste estudo confirmei o que havia assistio no vídeo produzido pelo Museu do Índio Povos Indígenas: Conhecer para Valorizar

  • a visão que a escola e a mídia passam nem sempre corresponde à realidade dos índios no Brasil;
  • pode-se ver um conjunto de equívocos em relação à cultura indígena;
  • A religião indígena é politeísta e variam com as etnias indígenas. Não existe uma só tribo, um só credo, uma só vertente;
  • Há grande diversidade e especificidades de cada povo indígena.





LITERATURA ÉTNICO RACIAL


Neste semestre estamos estudando a interdisciplina de Questões Étnico Raciais. A fim de refletir sobre minha prática pedagógica escolhi uma atividade para aplicar em sala de aula: os contos e a diversidade. Na biblioteca da minha escola elegi três livros que tratam da raça negra e fizemos momentos de contação de histórias e exploração de materiais referentes aos livros.


primeiro livro é o Abecedário Afro de Poesia. Eu ainda não conhecia esta literatura e foi uma grata surpresa. Excelente obra que traz questões e costumes da raça negra




O segundo livro é o Cabelo do Lelê. Juntamente com o boneco Lelê (material de apoio) as crianças conheceram o Lelê, o menino de cabelos bonitos. As crianças tocaram o fantoche com suas tranças e curtiram bastante a contação da história.




Por fim Menina bonita do laço de fita, obra já conhecida das crianças. Desta vez apresentado com um recurso novo, que foi a presença em fantoches dos personagens principais, a saber, o coelho e a menina.




O vídeo Educação para relações étnico-raciais.,que assistimos esta semana, falou sobre a raça negra e como ela é apresentada nas escolas. Tomando por base a biblioteca da escola em que trabalho concluo que já existem muitos livros tratando de forma muito bonita a questão da negritude. Não sei se é assim em todo lugar. Ainda acho que o Brasil é um país racista, embora muitos digam não sê-lo.