Psicologia da vida adulta
O que você sempre
quis saber sobre a vida adulta mas nunca teve oportunidade de pesquisar? Quais suas
curiosidades sobe a vida adulta? Estas perguntas
iniciaram nossos estudos na interdisciplina de Psicologia da vida adulta neste
semestre!
Minha curiosidade sobre a vida adulta é: porque corremos atrás de
coisas e vivências que ainda não conquistamos para nos considerarmos felizes?
Porque não conseguimos dizer que somos felizes com o que temos hoje?
Serei feliz quando estiver formada, quando tiver um filho, quando casar,
quando tiver outro emprego, quando tiver outro carro? Porque não hoje, nas
pequenas coisas do dia a dia e também nas grandes coisas que já conquistamos
até hoje?
Há também um outro
lado da moeda, que são os problemas gigantes, aqueles muito graves, que por
vezes não sabemos como lidar, como, por exemplo, a morte. Já é sabido que o
medo é importante porque é um alarme que o nosso corpo produz para que nos
protejamos dos perigos e da mais grave conseqüência que seria a morte. Porém
quando exagerado o medo realmente nos deixa em desespero. E muitas vezes as
pessoas encontram saída no desânimo de viver, avaliam que deixar de viver seria
a solução pra parar de sentir medo. Mas isto é exatamente o contrário do que o
medo deveria fazer por nós. O quão desesperada uma pessoa pode estar para achar
que não pode mais lidar com seus medos? Creio que a desesperança extrema venha
da falta de luz no fim do túnel. Quando não se consegue ver nenhuma
possibilidade de resolver um problema, o pânico se instala. Os casos de uma
família sem comida para seus filhos e sem conseguir trabalho e uma pessoa com
uma doença para a qual não se consegue cura são alguns dos exemplos desta falta
de perspectiva que leva ao medo extremo.
Estas primeiras
considerações dispararam em mim o pensar sobre a vida adulta e sobre como
absorver os conteúdos desta interdisciplina para melhorar o meu dia a dia e o
dos que me cercam.
