domingo, 9 de julho de 2017

GESTÃO ESCOLAR



Em uma das aulas presenciais de Organização e Gestão da Educação fomos desafiadas a desempenhar alguns papéis em uma dinâmica. 

Nesta atividade formamos um grupo de 4 colegas e cada uma de nós assumia um dos personagens, que eram: informante, ouvinte e observadores. A participação de cada personagem foi determinada antecipadamente, sendo que cada uma tinha que desempenhar a função que foi atribuída especificamente ao seu papel.

A imagem acima é o retrato do que produzimos. Escolhemos um assunto - conselho escolar - e a colega informante falou 10 minutos sobre o que é conselho escolar. A ouvinte só podia fazer, mas não deveria opinar nem interromper. As observadoras só podiam escutar e anotar o que julgassem importante. Por fim fomos todas convidadas a expressar o que achamos da dinâmica, quais as dificuldades e pontos positivos dela. 

Foi unânime o sentimento de que podíamos e queríamos fazer mais do que fomos limitadas a fazer. A ouvinte tinha muito a contribuir com a informante, mas não tinha autorização para fazê-lo. As observadoras então se sentiram ainda mais tolhidas, tinha muito mais a colaborar, mas não podiam exceder o que lhes era permitido, que era ouvir e anotar. 

Isso nos levou a pensar a GESTÃO escolar. Não é uma gestão assim que sonhamos pra nossa escola, onde cada um tem funções determinadas e limita-se terminantemente a ela, sem abertura, sem aceitação de opinião e auxílio. Uma direção de escola pode muito mais se tiver uma gestão compartilhada com os que lhe rodeiam. Vice direção, coordenação pedagógica e demais servidores tem muito mais a oferecer se trabalharem juntos. Acredito nisto!

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