A arte de ensinar com emoção e ternura
Neste oitavo eixo do curso temos a
missão de rever dez postagens que fizemos aqui no portfólio de aprendizagens e
reavaliar, dar a nossa visão atual sobre ela.
A primeira postagem que eu vou
revisitar é esta, que publiquei no primeiro eixo, lá no início do curso: Emoção e ternura: a arte de ensinar. A gente
aprende continuamente, quando se está estudando então, se aprende mais ainda.
Rever o que eu escrevi em junho de 2015, há quase quatro anos atrás, me
confirmou o que eu já sentia nesta época, que a ação do professor não é
mecânica, que a ação do professor traz junto suas emoções e relações com os
alunos.
Uma das maneiras que o professor se
comunica e se relaciona com os alunos é através dos momentos de contação de
histórias. Sobre estes momentos Busatto coloca que:
"Se quisermos
que a narrativa atinga toda a sua potencialidade devemos, sim, narrar com o
coração, o que implica em estar internamente disponível para isso, doando o que
temos de mais jenuíno e entregando-se a esta tarefa com prazer e boa vontade.
Ao contar doamos o
nosso afeto, a nossa experiência de vida, abrimos o peito e compactuamos com o
que o conto quer dizer" (Busatto, 2003, p.47).
Acredito que ao longo da
trajetória do educador, este se se constrói através de sua formação e de suas
experiências e vivências. Assim o professor vai fazendo trocas com os alunos, vai
aprendendo e ensinando, dando e recebendo carinho, se emocionando e trazendo
emoção e ternura para seus pequenos!
Referência:
BUSATTO, Cleo. Contar e encantar: pequenos segredos da narrativa. Petrópolis, RJ, Editora Vozes, 2003.

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