Infância como fenômeno social
Na 9ª semana dos estudos de Infâncias de 0 a 10 anos sobre Nove teses sobre a infância como um fenômeno social, de Jens Qvortrup . Apreciei
o ponto de vista de Qvortrup colocando a infância não somente como
uma fase etária, mas como parte da sociedade que a influencia e é
influenciada por ela. Uma infância que precisa ser atendida em
todos os aspectos É necessário assegurar a
integralidade do cuidado à criança. Ela precisa de segurança,
saúde, bem estar, educação, carinho.
É
inegável também que a criança não somente é tocada pelo seu meio
como o influencia também. De acordo com levantamento do Fecomércio
em 2015 a expectativa de consumo caiu em todas as datas comemorativas
do ano. Em 2014 a Associação Comercial do Paraná revelou que 81%
dos consumidores realizaram compras de presentes para o dia das
crianças, perdendo só para o dia das mães. O atendimento à
criança vai desde o médico, o professor, o cuidador, os materiais
de higiene, as roupas e calçados, as mensalidades escolares, o
transporte, a alimentação, medicamentos, enfim, ela é parte ativa
que movimenta a economia. Porém como ela ainda não produz renda,
não é levada em consideração quando são tomadas grandes
decisões. No nível macro que o texto nos apresenta temos as
políticas mundiais, públicas, estatísticas, provisionamento, em
grande escala. Estas não levam em conta diretamente o público
infantil, que pode ser considerado o nível micro nesta discussão. A
infância, a criança, não entra nas estatísticas de desemprego por
exemplo, mas sofre as consequências deste. Assim também com a
inflação, com as políticas educacionais que refletem lá no número
de vagas nas escolas, dentre tantas outras.
Ainda
assim, há lugar para a infância, sendo a mesma um sujeito social
que constrói e é construído historicamente
Fonte
da pesquisa estatística: Internet:
<http://www.acpr.com.br/site/2014/10/dia-das-criancas-mobiliza-81-dos-consumidores-revela-boa-vista-scpc/>
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