sexta-feira, 20 de novembro de 2015



(DES)ENCANTOS 

DA 

EDUCAÇÃO





      Estudar os textos Maquinaria Escolar e (des)encantos da educação me levou a pensar em como e com que objetivo surgiram as escolas e a educação no Brasil. Foi pensado e posto em prática um ensino que viesse conservar o interesse da classe dominante da época. Adotaram-se práticas educativas que buscavam regular a vida e os costumes a fim de dirigir a formação dos jovens nobres (preparando-os para mandar) e moldar as atitudes dos jovens pobres. O texto (des)encantos mostra uma busca pela modernização da educação que acompanhasse a modernização do país naquela época. Porém “as cidades mudavam: o alargamento das ruas, a construção de avenidas...a fotografia, os cinemas, mas também resistiam seus focos de insalubridade, vadiagem e criminalidade.” A escola pública sofre então com os problemas deste crescimento urbano, com condições precárias de trabalho, instalações absurdamente inapropriadas e falta de todo tipo de infraestrutura e recurso. 


      O conto de fadas, sonhado até pelos arquitetos que projetaram escolas ideais, não saiu exatamente como planejado. Ao entrarmos em escolas públicas e privadas a diferença entre elas é gritante. Será que precisa continuar assim? Até hoje vemos reflexos dos fatos explicitados neste dois textos: que a educação continua sendo desigual, os recursos continuam insuficientes, mas que os educadores, como sempre, seguem fazendo o melhor que podem, na busca de uma educação de qualidade!