quinta-feira, 16 de junho de 2016

BRINCAR

Na interdisciplina de Ludicidade estamos estudando sobre a importância do brincar.

Dentre tantos, trago aqui 5 benefícios do brincar para a vida das crianças:

Brincar envolve movimento e a atividade física é sempre necessária!


Nas brincadeiras mais detalhadas a coordenação motora fina é aperfeiçoada.


Fantasia e imaginação estimulam a criatividade.


Sinapses são conexões entre os neurônios, que são fundamentais para o desenvolvimento das capacidades cognitivas. Quanto maior a rede de conexões cerebrais melhor a capacidade de aprendizagens.


Brincar em grupo promove as amizades e ensina regras de convivência.



Além do ambiente escolar, brincar em casa é muito gratificante. 
Tire tempo para brincar com seu filho!




quarta-feira, 15 de junho de 2016

COMO AS CRIANÇAS VÊEM AS DIFERENÇAS

          Somos todos diferentes, um mais alto, outro baixo, um cabeludo, outro nem tanto. 
          Esta semana estive estudando sobre literatura infanto-juvenil que trata sobre as diferenças. O texto de Rosa Maria Hessel veio discutir as representações do diferente em um conjunto de dez títulos que falavam sobre desde deficiências até aspectos comportamentais.
          Felizmente além destes 10 livros citados, temos já muitos outros que tratam das questões de inclusão, de aceitação e entendimento das diferenças.
     Quando comecei a ler o texto da Rosa Maria logo me lembrei de um vídeo muito interessante. Este filme chama-se THE EYES OF A CHILD e mostra uma experiência que foi feita para ver como adultos e crianças enxergam a deficiência física, o ser diferente. A experiência consistia em mostrar imagens para uma criança e um adulto ao mesmo tempo, e estes tinham que imitar o que estavam vendo. Se a imagem mostrasse alguém batendo palmas a criança e o adulto deviam bater palmas e assim por diante. Quando as ações a serem repetidas deixou de ser de atividades comuns e passou a mostrar atitudes de deficientes os adultos travaram. As crianças continuaram imitando, foi o que lhes foi mandado fazer. Sem nenhum julgamento sobre o autor dos movimentos, se tratava-se de alguém doente ou não, a criança imitava sem inibição, sem maldade. O adulto logo percebia que tratava-se de um deficiente e ficava intimidado, parando as imitações. A criança na sua pureza vê as situações de forma diferente.


      THE EYES OF A CHILD

          Quis então fazer meu próprio experimento. Mostrei pro meu filho de 5 anos o conhecido livro Menina bonita do laço de fita, que fala sobre um coelhinho que é amigo e admirador de uma menina negra que vivia com laços nos cabelos. O coelhinho branco quer ter uma filha pretinha como aquela menina do laço de fita e no decorrer da história ele tenta descobrir como ela consegue ser assim tão pretinha. No final ele descobre e então casa-se com uma coelhinha pretinha e eles têm filhotes de várias cores. Contei a história pro Lucca e pedi que ele fizesse um desenho sobre que ele mais gostou na história. Na minha idéia adulta achei que ele ia querer desenhar a menina, era o que eu gostaria de desenhar. Mas ele escolheu desenhar a diversidade: os filhotinhos de coelho de várias cores, todos lindos a seu modo!



 “O que importa na vida não é o simples fato de ter vivido. A diferença que fizemos na vida dos outros que vai determinar a importância da vida que conduzimos.”
Nelson Mandela


Que eu, como educadora, consiga ser exemplo disso pros meus pequeninos, de fazer diferença na vida das pessoas com as quais fizer contato.