Somos
uma sociedade e uma escola de pessoas diferentes.
Temos unidade na diversidade quando nos respeitamos e nos aceitamos como somos!
Relato de atividade realizada em aula. A turma do Jardim B conversou e refletiu
sobre o respeito ao próximo. Construíram coletivamente cartazes para expressar o sentimento da turma ao final deste diálogo: não somos obrigados a aceitar qualquer tipo de preconceito, maltrato ou discriminação!
Eu não sou obrigada...
A culminância
foi uma caminhada pela escola e visita a cada turma.
“...a democratização das relações sociais , como um modo de vida, como vínculo produtivo entre sociedade civil e Estado, mas também como relações horizontais entre os cidadãos, são condições importantes para o desenvolvimento de uma cultura de efetivação dos direitos humanos, como possibilidade de um bem viver”.
Agradecimento: À professora titular da turma Adriana Nunes !
Referências:
GENRO, Maria Elly Herz ; CAREGNATO, Célia Elizabete. Educação na e para a diversidade: nexos necessários.
Somos todos diferentes, um mais alto, outro baixo, um cabeludo, outro nem tanto. Esta semana estive estudando sobre literatura infanto-juvenil que trata sobre as diferenças. O texto de Rosa Maria Hessel veio discutir
as representações do diferente em um conjunto de dez títulos que falavam sobre desde deficiências
até aspectos comportamentais. Felizmente além destes 10 livros citados, temos já muitos outros que tratam das questões de inclusão, de aceitação e entendimento das diferenças. Quando comecei a ler o texto da Rosa Maria logo me lembrei de um vídeo muito interessante. Este filme chama-se THE EYES OF A CHILD e mostra uma experiência que foi feita para ver como adultos e crianças enxergam a deficiência física, o ser diferente. A experiência consistia em mostrar imagens para uma criança e um adulto ao mesmo tempo, e estes tinham que imitar o que estavam vendo. Se a imagem mostrasse alguém batendo palmas a criança e o adulto deviam bater palmas e assim por diante. Quando as ações a serem repetidas deixou de ser de atividades comuns e passou a mostrar atitudes de deficientes os adultos travaram. As crianças continuaram imitando, foi o que lhes foi mandado fazer. Sem nenhum julgamento sobre o autor dos movimentos, se tratava-se de alguém doente ou não, a criança imitava sem inibição, sem maldade. O adulto logo percebia que tratava-se de um deficiente e ficava intimidado, parando as imitações. A criança na sua pureza vê as situações de forma diferente.
THE EYES OF A CHILD
Quis então fazer meu próprio experimento. Mostrei pro meu filho de 5 anos o conhecido livro Menina bonita do laço de fita, que fala sobre um coelhinho que é amigo e admirador de uma menina negra que vivia com laços nos cabelos. O coelhinho branco quer ter uma filha pretinha como aquela menina do laço de fita e no decorrer da história ele tenta descobrir como ela consegue ser assim tão pretinha. No final ele descobre e então casa-se com uma coelhinha pretinha e eles têm filhotes de várias cores. Contei a história pro Lucca e pedi que ele fizesse um desenho sobre que ele mais gostou na história. Na minha idéia adulta achei que ele ia querer desenhar a menina, era o que eu gostaria de desenhar. Mas ele escolheu desenhar a diversidade: os filhotinhos de coelho de várias cores, todos lindos a seu modo!
“O que importa na vida não é o simples fato de ter vivido. A diferença que fizemos na vida dos outros que vai determinar a importância da vida que conduzimos.”
Nelson Mandela
Que eu, como educadora, consiga ser exemplo disso pros meus pequeninos, de fazer diferença na vida das pessoas com as quais fizer contato.
domingo, 6 de dezembro de 2015
DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
Reconhecimento e respeito às diferenças na Educação Infantil
Trabalhos da colega e professora Nídia Rodrigues.
domingo, 5 de julho de 2015
Bem-vindo à Holanda!
Na última Formação realizada em minha escola trabalhamos a inclusão e as diferenças. Um dos recursos utilizados foi este vídeo chamado Bem-vindo à Holanda, que mostra o depoimento de uma mulher, sobre a sua experiência de ser mãe de uma criança com deficiência. Emocionante !