domingo, 9 de julho de 2017

Conselho Escolar


     As instâncias colegiadas são organizações compostas por representantes da comunidade escolar e local. Elas têm por finalidade fazer funcionar a gestão democrática no ensino público, ou seja, fazer com que seja pensado e decidido coletivamente as propostas de caráter educacional. 

          Uma das instâncias colegiadas são os Conselhos Escolares. O Conselho Escolar é o órgão máximo para a tomada de decisões realizadas no interior de uma escola. 

      Este é formado pela representação de todos os segmentos que compõem a comunidade escolar, como: alunos, professores, pais ou responsáveis, funcionários e diretores. Na educação infantil, em virtude da tenra idade, os alunos são representados também por pais e/ou membros da comunidade. A participação dos pais na vida escolar dos filhos é fundamental para garantir a qualidade da Educação. Candidatar-se a uma vaga no Conselho Escolar é uma boa forma de acompanhar o trabalho feito pelos gestores, docentes e funcionários da escola e de se envolver diretamente nas decisões que serão tomadas. 





ANALISANDO PORTFÓLIOS DE APRENDIZAGEM




          Durante o semestre 2017/1, no quinto eixo do Seminário Integrador,  tivemos a incumbência de analisar nossos blogs. Realizar estas análises foi revelador para mim. Embora esteja habituada ao portfólio de aprendizagens foi diferente analisar o que temos escrito. Me dei conta do quanto simplesmente descrevíamos uma tarefa ou tema estudado, sem nos aprofundar.

          A atividade teve uma linha de mão dupla, onde cada um analisava seu próprio blog e o de um colega. Quem analisou o meu blog foi a colega Janaína Minuzzo. Inicialmente não fomos unânimes na classificação das nossas publicações. Nas análises dos próximos semestres houve um melhor consenso, o que eu atribuo ao nosso amadurecimento ao escrever. Nosso olhar diante dos artigos que lemos, dos textos que estudamos, dos temas que debatemos, vai se aperfeiçoando com o tempo. Que bom, isto nos traz crescimento!

Os parâmetros nos quais me baseei para classificar foram de acordo com as orientações recebidas através do documento do Moodle.
Considerei como descritivas aquelas em que descrevi um trabalho feito ou um texto estudado em determinada interdisciplina. Eu me surpreendi por ainda ter tantas publicações descritivas, mas gostei destas publicações e elas foram pertinentes aos conteúdos estudados no momento.
Considerei ainda como questionadoras as postagens em que descrevi além de atividades de sala de aula o meu posicionamento questionador diante do assunto tratado.
Por fim considerei como reflexivas as postagens mais completas, onde o assunto era exposto, havia um posicionamento meu e uma prática pedagógica aplicada.

Desejo aperfeiçoar minha escrita e conseguir cada vez mais publicações reflexivas/reconstrutivas no meu portfólio de aprendizagens.




Educação Infantil na LDB


A Educação Infantil também é contemplada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira no seu artigo 29.

Embora haja a a indissociabilidade das funções de educar e cuidar não há obrigação de alfabetizar na educação infantil. O objetivo é o de desenvolver algumas capacidades, como: ampliar relações sociais na interação com outras crianças e adultos, conhecer seu próprio corpo, brincar e se expressar das mais variadas formas, utilizar diferentes linguagens para se comunicar, entre outros. 

Indico aqui o documentário sobre as mudanças que ocorreram na educação infantil com a alteração da LDB em 2013: Mudanças na Educação Infantil TVE

GESTÃO DEMOCRÁTICA


          Na minha publicação anterior, Gestão escolar, falei sobre como a escola como um todo pode colaborar. A gestão que não é engessada, que aceita auxílio, que compartilha idéias para tomada de decisões é uma gestão democrática, que visa o bem do aluno como objetivo primordial.

          Sobre isso, quero deixar registrado aqui um exemplo muito singelo. As imagens de um evento realizado em minha escola, a Festa Caipira 2017 da EMEI Dom Luiz de Nadal. Cada funcionário pôde ajudar de alguma forma e muitos talentos foram revelados. A comunidade ajudou, participou, as crianças aproveitaram e o resultado foi muito positivo. Se num evento social pudemos ser tão bem sucedidos imagino o que poderemos fazer no dia a dia escolar.

Créditos: Sandra Ferreira

Créditos: Flávia Melo

Créditos: Nídia Rodrigues

Créditos: Maria do Patrocínio Jacques

Créditos: Gisele Lemos

Créditos: Gisele Lemos

Créditos: Gisele Lemos

Alegria das crianças

Equipe Nadal

Equipe Nadal

Uma escola pública popular não é apenas a que garante acesso a todos, mas também aquela de cuja construção todos podem participar, aquela que realmente corresponde aos interesses populares, que são os interesses da maioria; é portanto, uma escola com uma nova qualidade, baseada no empenho, numa postura de solidariedade, formando a consciência social e democrática (FREIRE, 1999, p.10).



Referência:
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro, 1999. 

GESTÃO ESCOLAR



Em uma das aulas presenciais de Organização e Gestão da Educação fomos desafiadas a desempenhar alguns papéis em uma dinâmica. 

Nesta atividade formamos um grupo de 4 colegas e cada uma de nós assumia um dos personagens, que eram: informante, ouvinte e observadores. A participação de cada personagem foi determinada antecipadamente, sendo que cada uma tinha que desempenhar a função que foi atribuída especificamente ao seu papel.

A imagem acima é o retrato do que produzimos. Escolhemos um assunto - conselho escolar - e a colega informante falou 10 minutos sobre o que é conselho escolar. A ouvinte só podia fazer, mas não deveria opinar nem interromper. As observadoras só podiam escutar e anotar o que julgassem importante. Por fim fomos todas convidadas a expressar o que achamos da dinâmica, quais as dificuldades e pontos positivos dela. 

Foi unânime o sentimento de que podíamos e queríamos fazer mais do que fomos limitadas a fazer. A ouvinte tinha muito a contribuir com a informante, mas não tinha autorização para fazê-lo. As observadoras então se sentiram ainda mais tolhidas, tinha muito mais a colaborar, mas não podiam exceder o que lhes era permitido, que era ouvir e anotar. 

Isso nos levou a pensar a GESTÃO escolar. Não é uma gestão assim que sonhamos pra nossa escola, onde cada um tem funções determinadas e limita-se terminantemente a ela, sem abertura, sem aceitação de opinião e auxílio. Uma direção de escola pode muito mais se tiver uma gestão compartilhada com os que lhe rodeiam. Vice direção, coordenação pedagógica e demais servidores tem muito mais a oferecer se trabalharem juntos. Acredito nisto!


MEDOS DA VIDA ADULTA

Conclusão da interdisciplina de Psicologia da Vida Adulta.












Trabalho foi realizado em grupo com as colegas Anaí, Denise e Janaína.

LDB



           Em 17 de abril de 2017 aconteceu a aula inaugural da Faculdade de Educação (Faced) da UFRGS. O tema foi o histórico, impasses e perspectivas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB). O palestrante foi professor Carlos Roberto Jamil Cury, da PUC-MG, especialista em políticas públicas na área de Educação e pesquisador da legislação brasileira. Esta aula pode ser encontrada em Aula Inaugural 2017 Faced UFRGS .
              Sinto não ter assistido pessoalmente esta aula inaugural, pois nela Cury trouxe um histórico sobre a educação brasileira. Uma questão relevante que me chamou a atenção nesta aula foi a desvalorização histórica da educação no Brasil.
             Desde sempre os impostos mais minguados eram destinados à educação. Não se preocupava muito com o nível de instrução da população. Em 1920, quando o Brasil começou a publicar suas estatísticas, a situação começou a causar constrangimentos e o povo começou a se interessar em melhorar.
         A desvalorização dos professores eclodiu a partir de 1967. Neste momento a educação primária passou de quatro para oito anos, mas caiu o financiamento. Então com obrigatoriedade aumentada e recursos diminuídos iniciou-se o arroxo dos salários. Infelizmente isso se consolidou e continua até hoje, como bem sabemos e sentimos. Iniciou-se um desprestígio do profissional de educação.
             A Lei de Diretrizes e Bases, LDB nº 9.394 foi promulgada em 20 de dezembro de 1996. Sua última atualização ocorreu em março de 2017, por meio da Lei nº 13.415, quando o período de ensino obrigatório se estendeu para 9 anos, com idade inicial aos 6 anos. É por meio da LDB que encontramos os princípios gerais da educação, é ela que nos rege, nos mostra o caminho. Que bom se, ao segui-la, tornássemos a educação muito mais humana e formativa e também muito mais respeitosa em relação aos profissionais de educação!

sábado, 8 de julho de 2017

PPP


                 Em umas das atividades da interdisciplina de Organização do Ensino Fundamental estudamos sobre o PPP - Projeto Político Pedagógico - através de uma entrevista em vídeo. Esta entrevista foi com a pós-doutora em educação Ilma Passos Alencastro Veiga. E qual foi minha surpresa quando, ao chegar na biblioteca da escola onde trabalho, encontrei o livro desta educadora. Do estudo do vídeo e do livro, gostaria de destacar alguns tópicos que chamaram minha atenção.

PPP pode ser concebido por duas perspectivas:
* por força de lei, por obrigação, burocrática, técnica.
* democrática, refletindo realmente a identidade da escola, construída coletivamente, edificante, emancipadora, com compromisso com o aluno e a qualidade de ensino para todos.

O governo tem lutado pela abrangência (todos na escola) mas qualidade ainda é um compromisso a ser alcançado.

Existem situações que influenciam na tomada de decisões da escola, como por exemplo a violência, as drogas, a fome.

A gestão democrática ainda é o melhor caminho para conquistar o que ainda nos falta.

"...qualquer que sejam as mudanças impostas pelas circunstâncias históricas, não invalidarão a riqueza da experiência construída em dado momento e em dado lugar, sobretudo pelas convicções construídas de que o trabalho coletivo, o comprometimento, o enraizamento da escola em sua realidade, a explicitação da intencionalidade política e a abertura da escola à participação são ingredientes necessários à construção de um PPP: elementos que dão sustentação a práticas comprometidas e consequentes (2000, p. 191).


Referência: 
VEIGAIlma Passos Alencastro.(org) 

domingo, 2 de julho de 2017

Higiene e Saúde




                   Continuando o Projeto de Aprendizagem Higiene partimos para o Plano de Ação. Nesta etapa há a elaboração de atividades que ajudem a esclarecer as dúvidas provisórias das crianças. Na prática tivemos as atividades de cuidados pessoais, que já fazem parte da rotina da turma, de forma mais dirigida, comentada com as crianças, com calma e detalhamento, que foram: 

Higiene das mãos.

Uso do babador para o momento da alimentação.

Escovação dos dentinhos.


Trocas de fraldas

               Por fim, passamos ao Relatório Final. É o momento em que fazemos um levantamento do que foi feito e dos resultados. Nesta idade o retorno que temos das crianças nem sempre é imediato. Alguns já demonstraram entender os cuidados que devem ter com seu corpo e outros o farão com o passar do tempo, no dia-a-dia. O cuidado com a higiene faz bem à saúde e ao bem-estar dos nossos pequenos. Foi muito satisfatório participar deste projeto!