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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR




          Brincar é uma importante forma de comunicação e é por meio deste ato que a criança pode reproduzir o seu cotidiano, num mundo de fantasia e imaginação. Vale ressaltar a importância do brincar para o desenvolvimento integral do ser humano nos aspectos físico, social, cultural, afetivo, emocional e cognitivo.
              Na 13ª semana do semestre de Infâncias de 0 a 10 anos, assistimos a um vídeo chamado Caramba, Carambola, o brincar está na escola. Sensacional o projeto desenvolvido em SP, mostrado neste vídeo. Não há como negar que a proposta de misturar diferentes faixas etárias no pátio é bem complexo. Porém é extremamente estimulador e produtivo pras crianças.
              No ato de brincar é trabalhada a socialização, as concepções de amizade, partilha e aquisição de aprendizagens de forma lúdica. As tarefas de empilhar objetos, trilhar trajetos e jogos estimulam a criatividade e a coordenação motora. A exploração de diferentes texturas, como água, areia, pedra, lixa, borracha, estimulam os sentidos. A brincadeira ao lar livre favorece a concepção de mundo e de espaços. Enfim, as possibilidades de aprendizados muitas vezes surpreendem e superam as expectativas dos educadores!







AMPLIAÇÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL PARA 9 ANOS


          A aprovação da lei federal 11.114 de 2005 e 11.274 em fevereiro de 2006 trouxe uma mudança significativa no cenário educacional, pois a primeira alterou a idade de matricula das crianças no ensino fundamental e a segunda alterou a duração do ensino fundamental de oito para nove anos. Dessa forma, o último ano da educação infantil transforma-se no primeiro ano do ensino fundamental, e agora os alunos devem ser matriculados no primeiro ano do ensino fundamental no ano em que completarem seis anos de idade e não mais sete como anteriormente.
          Na prática essa transição não é tão tranquila assim. É o que tenho sentido através das experiências que tenho vivenciado. A lei prevê que as escolas tem prazo até 2016 para se adequarem à nova legislação. Pra suprir a demanda as escolas de educação fundamental também precisam absorver os alunos de 6 anos. Mas não conseguem ainda. 2016 está às portas e o que vivemos na educação municipal é a falta de vaga para abarcar estes novos alunos, poucas escolas estão conseguindo dar conta desta resolução.
          A educação infantil favorece interações mais plurais, com maior espaço tanto para a questão lúdica quanto para o diálogo. Já no ensino fundamental, a estrutura organizacional privilegia práticas mais individualizadoras. Diante disso, são necessárias mudanças na estrutura física, pedagógica e curricular do primeiro ano do ensino fundamental de nove anos para atender as crianças de seis anos.

          O texto de Fabiana de Amorim Marcello nos traz os conceitos de criança projeto e criança capaz. Onde a criança projeto seria aquela criança ideal, sonhada, para atender as demandas de uma sociedade ideal e a capaz aquela criança curiosa, competente e protagonista .

Fonte: MARCELLO, Fabiana de Amorim; BUJES, Maria Isabel Edelweiss. Ampliação do ensino fundamental: a que demandas atende? A que regras obedece? A que racionalidades corresponde? Educacão e  Pesquisa. vol. 37,  n. 1, p. 53-68, São Paulo, Jan./Abr. 2011.

Infância como fenômeno social



            Na 9ª semana dos estudos de Infâncias de 0 a 10 anos sobre Nove teses sobre a infância como um fenômeno social, de Jens Qvortrup . Apreciei o ponto de vista de Qvortrup colocando a infância não somente como uma fase etária, mas como parte da sociedade que a influencia e é influenciada por ela. Uma infância que precisa ser atendida em todos os aspectos É necessário assegurar a integralidade do cuidado à criança. Ela precisa de segurança, saúde, bem estar, educação, carinho.
           É inegável também que a criança não somente é tocada pelo seu meio como o influencia também. De acordo com levantamento do Fecomércio em 2015 a expectativa de consumo caiu em todas as datas comemorativas do ano. Em 2014 a Associação Comercial do Paraná revelou que 81% dos consumidores realizaram compras de presentes para o dia das crianças, perdendo só para o dia das mães. O atendimento à criança vai desde o médico, o professor, o cuidador, os materiais de higiene, as roupas e calçados, as mensalidades escolares, o transporte, a alimentação, medicamentos, enfim, ela é parte ativa que movimenta a economia. Porém como ela ainda não produz renda, não é levada em consideração quando são tomadas grandes decisões. No nível macro que o texto nos apresenta temos as políticas mundiais, públicas, estatísticas, provisionamento, em grande escala. Estas não levam em conta diretamente o público infantil, que pode ser considerado o nível micro nesta discussão. A infância, a criança, não entra nas estatísticas de desemprego por exemplo, mas sofre as consequências deste. Assim também com a inflação, com as políticas educacionais que refletem lá no número de vagas nas escolas, dentre tantas outras.
           Ainda assim, há lugar para a infância, sendo a mesma um sujeito social que constrói e é construído historicamente




Fonte da pesquisa estatística: Internet: <http://www.acpr.com.br/site/2014/10/dia-das-criancas-mobiliza-81-dos-consumidores-revela-boa-vista-scpc/>


domingo, 6 de dezembro de 2015

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Reconhecimento e respeito às diferenças na Educação Infantil










Trabalhos da colega e professora Nídia Rodrigues.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015


INFÂNCIA NAS MÍDIAS

Houve um tempo em que as crianças que apareciam na mídia eram aquelas que eram modelos e participavam de propagandas e os filhos de famosos que eram mostrados na TV, jornais e revistas.
Hoje, com o aumento da acessibilidade aos meios de comunicação, a maioria das crianças estão nas redes sociais, inclusive como usuárias. Quando comecei a ler uma das atividades propostas na interdisciplina de Infâncias, logo de cára me lembrei do Facebook da minha filha. Fui procurar mais recursos e não foi nada difícil. De forma direta vemos a participação delas nas páginas de uma revista de grande circulação...

... e como modelo no encarte de uma loja 

De modo indireto o apelo ao consumidor infantil que as propagandas na televisão representam. A fatia do mercado dedicado ao publico infantil é bem grande e lucrativa e vai desde brinquedos, roupas, canais de TV a cabo, entretenimento até a escolha da escola.
O computador, a internet, muito ajudam nos estudos das crianças. Em algumas escolas tem-se aula no laboratório de informática desde a pré-escola. Faz parte da nossa vida atual, não há como negar. Não acho que seja realista tentar impedir esta realidade. Mas é primordial orientar o uso de tantos canais aos quais nossas crianças estão expostas, visando a segurança dos mesmos e o aprendizado de que o mais importante são as relações com as pessoas e não com as coisas.