segunda-feira, 26 de dezembro de 2016


  CÉU 
          Este foi o assunto trabalhado no nosso Projeto de Aprendizagem, realizado no semestre 2016/2. Partindo do conceito geral o que é o céu?
          De acordo com o dicionário céu é: substantivo masculino; o espaço onde se localizam e se movem os astros; espaço visível pelo homem e limitado pelo horizonte; firmamento; o ar, a atmosfera que rodeia a Terra.

          Na Wikipédia Céu (do latim caelum) é o nome pelo qual se conhece o panorama obtido a partir da Terra (ou da superfície de outro astro celeste qualquer) quando se olha para o universo que os rodeia. https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9u

Porque o céu é azul?
Em ausência de atmosfera o céu mostra-se negro, e nele destacam-se nitidamente as estrelas e demais astros.
Em presença de atmosfera, durante o dia, o céu terrestre mostra-se azulado, e a dispersão da luz ofusca os demais astros celestes à exceção do sol e da lua, não sendo aqueles visíveis no céu durante o dia, portanto. De noite, o céu é negro porque não existe difusão de luz solar. O céu noturno assemelha-se bem ao que espera-se encontrar nos casos onde há ausência de atmosfera.
O céu não é amarelado como o Sol porque a difusão da luz funciona como uma peneira que só reflete raios azulados.
O céu, de fato, deveria ser mais violeta, embora, por causa da absorção da atmosfera, haja menos violeta na luz do Sol. O que se passa é que os nossos olhos não têm receptores especialmente sensíveis a essa cor.
O nosso sistema visual constrói as cores que vemos com base em 3 tipos de receptores de cor (cones) que são uns mais sensíveis aos vermelhos, outros aos azuis e outros aos verdes. A luz índigo e violeta estimula ligeiramente os cones mais sensíveis aos azuis e aos vermelhos. E é por isso que a luz índigo e violeta acaba por ser apercebida pelo nosso sistema visual como azul com um ligeiro tom de vermelho. E é esta combinação que dá ao céu a cor azul pálida que ele tem. Se não houvesse luz índigo e violeta no espectro do céu, ele pareceria azul ligeiramente esverdeado.
          Há também concepções religiosas de céu. Por sua grandiosidade, o céu esteve presente nas mais diversas religiões e mitologias. Céu bíblico: Há vários céus que são mencionados na Bíblia. Há o céu que vemos, onde os pássaros voam, onde os relâmpagos brilham e de onde a chuva cai. Há o céu no sentido de firmamento, ou expansão, onde estão o Sol, a Lua e as estrelas. Há ainda o céu onde se encontra o trono de Deus, onde Ele e os anjos habitam. 

ATMOSFERA
          A camada atmosférica é formada por vários tipos de gases, como nitrogênio, oxigênio, neônio, metano, hidrogênio e gás carbônico. A medida que aumenta a distância em relação à superfície da Terra, a quantidade de gases diminui ( a atmosfera torna-se rarefeita). A atmosfera, portanto, não é igual em toda a sua extensão e apresenta cinco camadas, troposfera, estratosfera, mesosfera, ionosfera e exosfera. Para dividir a atmosfera nessas cinco camadas, os cientistas consideraram a temperatura de cada uma delas, os gases que as compõem e a concentração desses gases que apresentam.

ARCO-ÍRIS
          Todos nós em pequenos e ainda hoje nos perguntamos, será que os arco-íris têm fim? Ao mesmo tempo sempre quisemos alcançar um. Infelizmente, a resposta é não. O arco-íris não tem final. Em literalmente, nenhum sentido.
          Um arco-íris, tal como o nome indica em inglês ("rainbow"): arco na chuva, ou arco de chuva. Na realidade um arco-íris não é apenas meio arco, mas sim um arco inteiro. É apenas visível metade dele devido à nossa baixa altitude no solo. Só é possível ver um arco-íris completo a altas altitudes, como por exemplo, num avião.
          O mecanismo dos arco-íris funciona basicamente na transformação da luz que entra nas partículas de água (chuva, nevoeiro) para uma luz refletida que apresenta as cores básicas em seu redor. Isto deve-se à água ser refletora e funcionar como um espelho, mas tridimensionalmente.
          A forma como recebemos esta reflexão depende da nossa posição perante a chuva, sendo que a chuva é como um espelho da luz solar. O que significa que, não interessa quanto percorremos em direção ao arco-íris, ele se moverá sempre "conosco". 


De onde vêm as cores do arco-íris?
As diferentes cores do arco-íris derivam de processos físicos simultâneos que ocorrem quando a luz solar, branca, atravessa gotículas de água presentes no ar e se decompõe em outras cores, como mostrado no infográfico acima. 
1. Refração Ao passar de um meio (o ar) para outro (a gotícula de água), a luz solar tem sua velocidade alterada. Com isso, muda também sua direção. Ao voltar ao ar, a luz sofre outra refração.
2. Dispersão A velocidade da luz solar se altera de forma diferente para cada comprimento de onda. Como consequência, os desvios são diferentes. O fenômeno provoca a decomposição da luz em várias cores.
3. Reflexão No interior das gotículas, a luz do Sol decomposta sofre mudanças de direção ao incindir sobre a superfície interna da água. Em seguida, continua a se propagar. Depois, refrata-se de novo.
4. Observação Uma pessoa no solo consegue ver as sete cores do arco-íris (violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho) porque as luzes dispersas dentro de cada gotícula seguem em diferentes direções. A luz branca, que dá origem às demais, é composta de luzes de vários comprimentos de onda, indo do violeta (que tem cerca de 400 nanômetros) ao vermelho (de 700 nanômetros). Todas as luzes refletem e refratam da mesma forma, mas só algumas delas chegam ao observador em função da posição dele.


           Foi muito gratificante estudar o céu os elementos que os compõem e/ou influenciam no que enxergamos como céu, a saber, a atmosfera, o arco-íris, as nuvens, os astros.







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